Autenticidade

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“Papagaio que anda com João de barro vira servente de pedreiro”.

Esta frase pra mim é o oposto  de autenticidade  porque no fim das contas quem quer muito se aparecer ou ser como os outros acaba se complicando.

Por um certo período, “ser cópia” pode parecer vantajoso, mas até que ponto?

Ser legitimo, verdadeiro, ser quem você é… suas ideias, seu jeito, seus pensamentos, suas reflexões sobre a vida.

Não é errado ter referências, mas elas devem servir para você criar seu próprio repertório.

E quanto as pessoas que você tem seguido? O que você tem seguido? O que tem compartilhado e curtido?

Tenho uma teoria bastante simples: o conhecimento, a leitura pode gerar em nós algo bastante interessante: possibilidades. Porque quanto você mais lê, quanto é maior a busca pelo conhecimento, maior serão as suas possibilidades. E quando se fala em possibilidades o leque é ainda maior.

Você cria suas condições de se tornar influente. E ser influente não é ser famoso. Exercer a influência por onde você passa, nos seus passos, nas suas atitudes, no seu jeito de encarar a vida. E o melhor: sendo você mesmo!

Exercite-se. Se você gosta de ler, se esforce para escrever. Deixe algo registrado.

Não viva de compartilhar frases de terceiros, mas procure você mesmo criar as suas.

Frases prontas, discursos formatados, você realmente acha graça nisso? Que tal ler, conversar, trocar experiências e passar a ser influente?

Caso contrário, você passa a ser apenas um expectador. Se anda com pessoas que não agregam e que não te fazem crescer…

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