Gostamos de generalizar

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Os Brasileiros são “malandros”

Os crentes são “chatos”

Mas os gays também são “chatos”

Pessoas com deficiência são folgadas porque sabem que empresas tem cotas para cumprir.

Baianos são preguiçosos

Gaúcho é “viado”

Idosos, são “velhos”

Pastores são “ladrões”

Skatista é “vagabundo”

Nordestino é “Baiano”

Psicólogo é coisa pra louco…

Japonês tem Pênis pequeno.

Jogador de futebol é “mulherengo”

Caninhoneiro é gordo e usa regata.

E a lista é mais extensa.  Generalizar é algo que infelizmente é mais comum do que se pensa.

O Ato de generalizar e colocar um certo grupo dentro de uma caixa com caraterísticas definidas é de fato uma ação discriminatória.

As caraterísticas de cada grupo na sociedade devem ser observadas e consideradas, mas quando você olha para a pessoa individualmente e diz que ela é assim porque pertence ao grupo A ou B, tira dela a oportunidade de ser ela mesma.

Eu não sou todo mundo.

Particularmente gosto de deixar bem claro, que eu não sou só pernas, embora elas fazem parte de mim. (E isso é ótimo!)

Por inúmeras vezes a atribuição que faziam (e ainda fazem) a meu respeito é: “aquele que tem problemas nas pernas”.

E as vezes eu mesmo faço este exercício mental, esta reflexão: Opa, será que eu não estou generalizando e deixando todos iguais?

Por falar em “todos”. Quem são o “seu” todos?

Você ama a todos?

Quem cabe na sua caixa do todos? Todos?

A diversidade é complexa e simples ao mesmo tempo.

Talvez você não vai conseguir “parar” de generalizar neste exato momento. Mas entende a necessidade de se criar este movimento diferente?

Não estou dizendo para você desconsiderar algumas características que de fato fazem parte de determinado grupo, mas sim para refletir antes de fazer isso.

A reflexão é o principal exercício!

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